Cirurgia da Endometriose Intestinal: tire suas dúvidas e diminua suas preocupações


A indicação do tratamento cirúrgico leva em consideração a extensão da

doença, queixas da mulher, exames clínicos e insucesso na terapêutica

medicamentosa.


O fato da Endometriose já estar no intestino demonstra um aumento importante

da doença, sendo a cirurgia o método mais eficaz para tratar, com objetivo de

eliminar os sintomas e evitar o crescimento das lesões.


O termo estadiamento é usado para definir o estágio que a doença está, usa-se

uma classificação de acordo com a gravidade. Isso é importante para

determinar o planejamento cirúrgico e optar pela técnica.


A cirurgia pode ser realizada por método minimamente invasivo como no caso

das cirurgias por Videolaparoscopia ou Robótica; ou pelo método tradicional de

cirurgia aberta, com um grande corte abdominal.


VIDEOLAPAROSCOPIA é realizada pequenas incisões de 5 a 12mm de

comprimento no abdômen e passado um tubo fino e longo com uma câmera

(laparoscópio). O abdômen é visto em um monitor de alta definição que fica na

sala de cirurgia próximo ao cirurgião.


ROBÓTICA é realizada por laparoscopia, mas o cirurgião fica sentado em

frente a um monitor, encaixa as mãos em controles e começa os movimentos

do robô, que faz delicadas incisões. O médico que controla o instrumento.

Nesse método o cirurgião tem a possibilidade de realizar movimentos ainda

mais refinados e precisos, sendo o método mais indicado para os casos

complexos de cirurgia por endometriose intestinal


A VIDEOLAPAROSCOPIA e a ROBÓTICA melhoram a visualização do

cirurgião de áreas mais difíceis de enxergar, a cicatriz do paciente é menor,

sentem menos dores após a cirurgia e ficam menos tempo internados.


A cirurgia requer anestesia geral, realizada por injeção de drogas

anestésicas que induzem ao sono profundo. Utilizamos também anestesia

combinada, associando a anestesia geral com a anestesia peridural (na coluna

para bloquear os movimentos da região de pelve e pernas). A anestesia é uma

etapa fundamental para a realização da cirurgia, e deve ser acompanhada por

um médico anestesista experiente, durante todo o processo, o que determina

extrema segurança ao paciente. A duração do procedimento varia entre 2 a 4

horas, a mulher retorna do efeito anestésico em até 2 horas e logo que chega

ao seu quarto, deve ser estimulada a sentar e a fazer pequenas caminhadas

pelos corredores. Essa deambulação precoce contribui para uma recuperação

mais rápida e diminui o risco de complicações como a trombose venosa.


Quanto ao risco de complicação ele é real. É comum a mulher perguntar

sobre o uso da Colostomia ou Ileostomia após a cirurgia. A indicação é

exceção, sendo um recurso importante no caso de endometriose intestinal

muito próximo ao ânus, ou nos casos de abertura do grampeamento da

cirurgia.


Os estudos atuais acreditam que até 8% dos pacientes que são

submetidos a cirurgia intestinal por endometriose, podem precisar de uma

colostomia, temporária, durante seu tratamento cirúrgico.



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